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“A” prova: Maratona do Porto

por JL, em 21.11.19

Dia 3 de novembro. Ei-la! “A” prova. A rainha. A prova das provas. A maratona!

Como disse aqui, este ano troquei a Maratona de Lisboa pela do Porto para poder participar no Trail da Costa Vicentina. Se este foi o argumento primeiro para esta alteração, confesso que me agradava a ideia de descobrir uma nova prova e de regressar à bonita cidade do Porto. Se bem o pensei, melhor o fiz.

Apesar de várias coisas não terem decorrido como planeado e de ter acabado por ir sozinho para o Porto, passei o dia antecedente na Expo Maratona e na Pasta Party. Confesso que fiquei positivamente impressionado com ambas. A feira está bastante bem organizada e com inúmeros stands de outras competições, nomeadamente de Espanha, e constitui-se como uma espécie de fábrica de guloseimas para gulosos. Uma perdição. Já a Pasta Party não é mais do que um empanturramento de massa, bem regado por bebidas a gosto. Mas serve o propósito carbónico, numa sala repleta de atletas dos quatro cantos do mundo. Depois, tinha planeado preencher as horas com uma eventual ida ao cinema para relaxar. Mas acabei por não ter tempo e por terminar o dia a comer porcarias que me deixaram de peso na consciência.

Acordar longe de casa e das rotinas habituais implica uma adaptação um tanto incomodativa. Amanheci a comer bananas e pãezinhos de sementes, por uma questão de confiança, acompanhados de um café mais curto do que o habitual. Guardei uma inovação para a partida: consumir um gel, de modo a compensar o pequeno-almoço espartano.

À partida estava frio e vento, acompanhado às vezes por uma chuva desagradável, e eu fiquei ainda congeladamente preso por um dorsal que tinha de entregar a um amigo que se atrasou. Assim, não pude aquecer mais do que uma corrida desde o roupeiro até à linha de partida, onde aguardei poucos minutos pelo início.

Tinha combinado comigo próprio oferecer-me os sete primeiros quilómetros sem qualquer pressão. Queria ter um registo de 4’30/km à passagem do km 30, mas assumia que não teria qualquer problema se nos primeiros sete quilómetros circulasse até aos 4’35/km, pois haveria tempo para recuperar. No entanto, as andanças por Matosinhos começaram logo por ser mais rápidas do que o pretendido. Como me tinha inscrito com o propósito de fazer menos de 3h15, parti muito na frente, envolvido por uma gama de corredores mais arrojados e assim envolvido neste espírito, eu próprio me sentia crescentemente ousado. Procurava controlar este ímpeto com a voz plácida da consciência, mas ela estava um pouco afónica. Ainda assim, completados 10 km, seguia com 4’27/km. Não muito distante do pretendido.

A partir do quilómetro 10, dirigimo-nos para a zona histórica do Porto e prossegui em ritmo firme, embalado pela multidão ruidosa que se agrupava em volta do percurso. O facto de a maratona atravessar o coração da cidade faz com que haja muita gente a acompanhar a prova. Algo muito positivo quando os quilómetros pesam nas pernas. Completei a segunda dezena de quilómetros com 1:27:42, de acordo com o meu relógio.

Aqui, apontamos para Gaia e na entrada na Ponte D. Luís cruzei-me com os líderes da prova: uma nuvem colorida e efémera que se evaporou rapidamente no ar. Nós, os comuns mortais seguimos para Sul à procura das caves junto ao rio. Uma espreitadela ao relógio permitiu-me ver que me arrumava numa média de 4’25/km. Nesta fase começamos a ter companhia mais continuada. Já estão mais ou menos definidos os ritmos dentro das capacidades de cada um e seguimos prolongadamente a par.

Eu sabia que podia acelerar mais, mas tinha definido que não o faria antes do quilómetro 30, que já encontrámos de novo no Porto, após nova passagem entre aplausos na ponte. De acordo com o meu relógio, aconteceu aos 2:11:24, com uma diferença de cerca de 40 segundos em relação ao tempo oficial. Sentia-me confortável: era hora de imprimir um ritmo mais intenso. Tentei rolar continuamente abaixo de 4’20/km. Mais uma vez o relógio não quis colaborar, pois perdi a velocidade instantânea e só conseguia ver a velocidade média: marcava 4’23/km. Mas apercebi-me que estava a ultrapassar bastantes atletas. Mais tarde, na consulta aos dados da prova, vi que segui sempre abaixo de 4’20/km, com exceção do quilómetro 39, quando fraquejei um pouco, e devo ter conseguido ascender uns 40 lugares na classificação.

Depois de uma sofrida subida até à reta da meta, pisei o tapete vermelho e ultrapassei a linha de chegada com o tempo oficial de 3:05:13, correspondente a um tempo de chip de 3:05:01. A minha melhor marca na distância. A partir daqui, para conseguir melhorar, já será necessário um investimento em treinos muito maior…

Deso Gelmisa, da Etiópia, venceu com 2:09:08, enquanto que Bontu Bekele Gada, também da Etiópia, venceu a prova feminina, com 2:33:38, e foi 13ª na geral. As classificações estão disponíveis no website da corrida.

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publicado às 10:36

Portas abertas para a maratona

por JL, em 20.11.19

No ano passado, o Grande Prémio da Cruz de Pau teve um desfecho inesperado depois de um episódio rocambolesco a meio da prova. Parte do percurso decorre dentro do recinto da Festa do Avante. Contudo, nessa edição esqueceram-se de abrir o portão de saída, tendo os atletas da frente ficado retidos alguns minutos dentro recinto, desvirtuando-se totalmente a classificação. Em protesto, a partir desse ponto os participantes seguiram agrupados até à meta, tendo sido anulados os resultados da prova.

Para mim, esse foi um desfecho maçador. Tinha feito a Maratona de Lisboa, sentia-me em boa forma, e, no momento em que a prova foi interrompida, ainda estava próximo do grupo da frente. Aliás, penso que até esse momento era a prova do Troféu de Atletismo do Seixal que melhor me estava a correr.

Por isso, este ano, apesar de estar a salvaguardar-me para a Maratona do Porto, guardava uma certa vontade de desforra. Consciente destes sentimentos pouco recomendáveis para a devida gestão pré-maratona, arrumei-me no final da zona de partida, completamente cercado por todos os lados, sem quaisquer possibilidades de aceleração. Assim, mais não pude fazer do que correr lentamente nos primeiros metros até um ponto mais desafogado. Sabia que não me deveria exceder, para não me desgastar desnecessariamente antes da maratona. Bem pensei, mas pouco cumpri. Não que tenha entrado em loucuras ou acelerações excessivas, mas os 31’45 apontam para um ritmo que ultrapassa largamente o meu objetivo inicial. Vale pelo 6º lugar no escalão e pelos pontos que significa para A Natureza Ensina no Troféu de Atletismo do Seixal.

No entanto, o objetivo era outro e estava aí à porta: a 17ª Maratona do Porto.

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publicado às 09:45

Em 2018 fiz o prova curta do Trail da Costa Vicentina ainda com as pernas bambas da maratona da semana anterior apenas por não querer faltar a uma prova que me dizia muito, por se disputar no litoral alentejano por vários locais da minha infância. Mas assumi nessa hora que este ano estaria no Cercal, na linha de partida para o Trail Médio.

Tive por isso de abdicar da Maratona de Lisboa e trocá-la levianamente pela Maratona do Porto, mas assegurei que não faltava a este trail. A minha família é do Cercal e na infância passei longas férias de Verão em casa da minha avó. Quando descobri que o percurso deste Trail Médio passava à porta dessa casa da minha infância, decidi que tinha de o fazer pelo menos uma vez. Assim, em março já andava a teclar o meu nome nas inscrições e a pagar a referência no multibanco. Esta era uma certeza.

No entanto, à medida que os meses passaram, este significativo projeto pessoal foi-se transformando noutra coisa, sem nunca perder o seu primeiro significado. O Ricardo tem andado a projetar uma equipa de trail para A Natureza Ensina e acabou por apontar baterias para o Trail da Costa Vicentina como um ensaio para a equipa. Assim, de um momento para o outro, o meu projeto pessoal estava a transformar-se num objetivo coletivo: fazermos uma boa prova na classificação por equipas.

Eu, o Ricardo e o Nelson constituíamos a equipa. Um dia antes da prova, o Ricardo pediu a alteração de inscrição do Nuno, para passar a integrar a equipa ANE. Na noite anterior verifiquei e constávamos os quatro como se pretendia.

Assim, depois de mais uma semana atribulada, na madrugada de dia 13 de outubro ali estava eu, moído por uma longa viagem, a desejar um pouco de descanso naquelas próximas horas, quando tivemos o primeiro desapontamento. O Nelson, que andava com problemas físicos nas duas últimas semanas, não se sentia em condições e decidiu não participar. Restava eu e o Nuno para nos juntarmos ao Ricardo e um único carro, que me obrigava à indesejada condução. No entanto, tínhamos três atletas, o que nos permitia participar na classificação coletiva. Era o mais importante.

O que dizer da prova? Partimos do Largo dos Caeiros em direção ao jardim e à sede do Sociedade Juventude Cercalense, atravessámos a rua onde vivia a “Tia Madalena” e dirigimo-nos para a “Rua Velha”, onde o meu pai e os meus tios cresceram. Depois de uma incursão pela zona circundante de quintas, onde rolámos excessivamente rápido, regressámos ao Cercal, que cruzámos aceleradamente em direção ao velho lavadouro e ao caminho que sempre chamámos “azinhaga”. Passámos ao lado do portão da quinta que foi da minha avó e seguimos para a zona da Mandorelha.

Ia em 13º num grupo de quatro atletas, quando deixei cair um gel e me pareceu ter deixado cair mais alguma coisa. A paragem deixou-me irremediavelmente atrasado. Continuei isolado, sempre apostado em tentar chegar-me a algum dos 12 da frente que estivesse mais para trás. Somente na zona da Cabeça da Cabra consegui apanhar o primeiro e um pouco mais à frente, já no caminho para a Ilha do Pessegueiro consegui ultrapassar um segundo, chegando ao 11º lugar. Foi glória efémera. Ainda antes de pousar os pés no areal do Pessegueiro, fui ultrapassado por dois outros atletas, que se haviam reservado para esta ponta final.

Lá estava eu a entrar pela praia da minha infância, sem qualquer tempo para a contemplar, atrás dos dois que galgavam o areal com as forças que eu já não tinha. Julgo que foi pouco mais do que um quilómetro, mas foi o bastante para ficar irremediavelmente atrasado. A areia da praia, muito mais solta do que aquela que encontrara na Costa da Caparica, deixou-me as pernas moídas. Ao sair do areal mal conseguia correr e o facto de partilharmos singletracks com os participantes no Trail Curto mais atrasados também não ajudava a recuperação. Por isso, restava-me reunir forças apenas para não perder posições.

Quem conhece o Trail da Costa Vicentina sabe que o final nos reserva uma descida até à Praia da Baía de Porto Covo, que precede a necessária subida até ao centro da vila. É aquele momento em que parece que os músculos já não respondem e que inevitavelmente teremos de ficar estáticos a meio da subida. É uma sensação pavorosa. Depois, lá em cima, parece que finalmente as pernas respondem ao cérebro e corremos, melhor ou pior, em direção à meta.

No fundo, sem ser um trail técnico, a passagem pelo areal acaba por fazer mossa e o 13º lugar final pareceu-me de ouro. O Ricardo terminou em 21º. Mas, infelizmente a organização acabou por não incluir o Nuno como nosso elemento e não contámos para a classificação coletiva. Uma situação inexplicável e frustrante, que veio manchar uma jornada que tinha sido bastante positiva. Veremos se haverá mais para o ano.

 

Classificações e vencedores:

Trail Longo: Rui Sequeira, 4:28:46 e Inês Peixoto, 6:07:11

Trail Médio: Carlos Papacinza, 1:41:05 e Inês Jordão (Monsanto Running Team), 2:01:17

Trail Curto: Fábio Silva (GDR S. Francisco da Serra), 57:50, e Filipa Vieira, 1:14:10

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publicado às 10:50

Castelos de areia

por JL, em 11.11.19

No ano passado participei em três provas na praia: Ultra Maratona Atlântica, Corre Praia e Meia na Areia Analice Silva. Mas este ano passei ao lado das duas primeiras e não me sentia entusiasmado com a última. Por uma razão ou por outra não tenho conseguido treinar nesta superfície e por isso parecia-me imprudente competir. No entanto, quis o destino que um amigo meu ficasse impossibilitado de participar na Meia Maratona Analice Silva e me tenha oferecido o seu dorsal para a prova de 10 km, ainda a tempo de fazer a troca de atletas permitida pelo regulamento.

Assim, sem saber muito bem como, dia 28 de setembro lá estava eu a saltitar no areal da Nova Praia, em jeito de aquecimento. A partida foi bastante lenta. Ninguém queria assumir a liderança e acabei por me arrumar a contragosto nesse papel, dividindo-o com dois ou três atletas.

Cerca dos 3 km, apenas eu, o Ricardo Silva e o Nuno Lopes seguíamos na frente. Aos 4,5 km, o Nuno já tinha cedido e as contas faziam-se entre mim e o Ricardo. Decidi fazer um ligeiro "ataque" após a inversão no quilómetro 5, mas ele respondeu bem. Por isso, deixei que marcasse o ritmo e tentei acompanhar. Apesar de estarmos em velocidades que me são confortáveis, nesse dia não me sentia bem. Sentia inclusive algumas dores musculares, além de estar com alergias. Assumi que provavelmente não teria capacidade de reagir a alguma mudança de velocidade e acostumei-me à ideia de terminar em segundo.

Mas como essa ofensiva nunca surgiu e estávamos a entrar no último quilómetro, decidi tentar uma alteração de estratégia. A cerca de meio quilómetro do final iria testar o meu companheiro de fuga com uma aceleração final e ver como ele reagiria. Assim, procurei uma zona de areia mais firme e impus um rendimento mais elevado. Para minha surpresa, ele já não respondeu. Tinha o caminho aberto à minha frente até à meta, mas sentia-me realmente muito cansado. Tive ainda de cruzar uma zona de areia mais solta em direção ao pórtico de chegada, onde as minhas pernas se amotinaram comigo e pensei que ficaria estacado a poucos metros da meta. Contudo lá as fiz ver da ingratidão de semelhante comportamento e convenci-as a ajudar-me em troca da promessa de algum descanso. Deu para chegar antes de desfalecer.

Surpreendentemente, tinha terminado em 1º numa classificação geral. Coisa absolutamente inédita… Motivo para festejar, mas não demasiado. Pois a próxima maré deitará por terra todos os castelos de areia.

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publicado às 15:38

Este ano, A Natureza Ensina organizou mais uma presença da “onda verde” na Bimbo Global Energy Race e eu, habitual participante nesta prova, decidi avançar para a minha quarta presença. Foram 34 atletas que levaram a camisola verde vestida no percurso entre a Ribeira das Naus e a Avenida da Índia.

Depois da intempérie pessoal do fim-de-semana anterior, fiz de tudo para me guiar ‘by the book’, cumprindo os treinos, tempos de descanso e ritmos de corrida. À partida, alinhavei uma estratégia simples e segura: partir junto da bandeira dos 4’/km, seguir a par, independentemente de tudo até aos 5 km, e a partir daí, se me sentisse bem, acelerar um pouco na segunda metade. Assim foi. Sem o mínimo desvio. Arranquei controladamente, mantive-me a par da bandeira como projetado e mesmo quando senti o impulso para acompanhar um colega de equipa que acelerou por volta do quarto quilómetro, refreei-me e cumpri escrupulosamente o objetivo para a primeira légua. Ao contornar o ponto de retorno estava livre para fazer o que quisesse e acelerei de modo equilibrado. Fiz os 5 km finais entre 3’46/km e 3’56/km, com o quilómetro mais lento a ser equivalente ao quilómetro mais rápido da primeira metade.

Se bem o pensei, melhor o fiz. Foi uma prova de uma exemplar monotonia, mas agradável por essa mesma tranquilidade. Na verdade, talvez pelos excessos do fim-de-semana anterior, nunca me senti com energia para grandes acelerações e limitei-me a cumprir o estipulado.

A Global Energy Race é uma prova internacional que decorreu simultaneamente em 36 cidades de 22 países, com apoio do grupo Bimbo e das suas marcas, que doarão mais de um milhão de fatias de pão. Em Portugal, este ano, a Fundação o Século foi a instituição apoiada.

A nível competitivo foi vencida pelo sportinguista Paulo Pinheiro (30’35) e por Margarida Dionísio, da ACR Senhora do Desterro (37’31).

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publicado às 15:48

Eu, igual a tantos outros corredores, costumo aqui falar de sapatilhas em contacto com o asfalto da estrada, com a areia da praia ou com a terra batida das singletracks. Nunca sobre o contacto suave com o estrado liso e plano de um palco… Mas há sempre uma primeira vez.

Nunca imaginei que um dia pisaria o palco do Auditório Fernando Lopes Graça, no Fórum Municipal Romeu Correia, em Almada, onde tantas vezes tenho assistido a sessões de cinema e teatro, assim como a alguns concertos. Mas a entrega de prémios do Troféu Almada de Atletismo Mário Pinto Claro reservava-me essa estreia insólita. No passado dia 15 de setembro, atletas e clubes do concelho reuniram-se neste auditório para essa cerimónia.

Desde a plateia, nas cadeiras acolchoadas e confortáveis, não adivinhamos o que é estar ali em cima, com vista para os 232 lugares do auditório. Mas ali estava eu a profanar as tábuas lisas do palco, com pernas tortas e gestos desajeitados, sem a mínima graça ou jeito para a representação, a embaraçar artistas que anos a fio encheram de talento este espaço. Procurei deslocar-me tão discretamente quanto possível, receber a singela medalha e partir de modo igualmente discreto. Na memória fica-me uma imagem fugaz, turvada pela miopia, de outros atletas que dos lugares da plateia se reviam em nós que agora estávamos no palco.

Do troféu não há muito mais a dizer. Foram sete provas, com dois primeiros lugares, dois segundos, dois terceiros e um quarto lugar, que valeram 63 pontos. O Clube de Atletismo Amigos do Parque da Paz (CAAPP), que representei nesta edição do troféu, conseguiu um excelente 3º lugar, por equipas, com 113 pontos, atrás do Amigos do Atletismo da Charneca da Caparica (AACC), com 131 pontos, e do vencedor Clube de Praças da Armada (CPA), com 134 pontos.

Terminada uma temporada, outra se adianta a dar os primeiros passos. A primeira prova do Troféu Almada de Atletismo Mário Pinto Claro 2019-20 será o 3º Grande Prémio de S. Martinho, organizado pelo CPA – Clube de Praças da Armada, no próximo dia 3 de novembro.

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publicado às 14:38


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